Entre ração ou proteinado, qual seria a melhor opção para ser oferecida para turbinar a engorda de vacas. Assista ao vídeo abaixo e saiba em detalhes.
reportagem completa Canal Rural
sexta-feira, junho 02, 2023
terça-feira, maio 02, 2023
Capiaçu e mais 12 dicas de alimentos para acertar em cheio na dieta da boiada
O zootecnista Tiago Felipini, consultor da Alcance Planejamento Rural, tira as dúvidas de telespectadores do Giro do Boi sobre nutrição de bovinos.
Assista ao vídeo abaixo e confira detalhadamente.
quarta-feira, março 08, 2023
terça-feira, julho 31, 2018
Escolha da Espécie Forrageira na Formação da Pastagem
A escolha da espécie forrageira é a etapa mais importante de um programa de estabelecimento de pastagens, pois quando a espécie escolhida não se adapta ao meio ou ao nível tecnológico adotado pelo sistema de produção, sua tendência é a degradação.
Vários parâmetros podem ser adotados para potencializar o acerto na escolha da espécie forrageira, entre eles:
Na Tabela 1, fica claro que tanto a qualidade como para o potencial de produção não houve diferença nas três espécies avaliadas por mais de 2 anos de pesquisa.
Mais recente ainda foram os trabalhos envolvendo espécies de forrageiras do gênero Brachiaria (tabela 2).

Seguindo o mesmo raciocínio, o resultado apresentado acima demostra não existir diferenças de qualidade e de quantidade produzida nos dois períodos avaliados.
Complementando ainda a pesquisa, uma síntese dos trabalhos da EMBRAPA avaliando 6 forrageiras cultivares de Brachiarias e 6 cultivares de Panicum Maximum, elaborados também por AGUIAR.
Vários parâmetros podem ser adotados para potencializar o acerto na escolha da espécie forrageira, entre eles:
1. Adaptação às condições climáticas;
Regime de chuvas, período histórico de seca, incidência de geadas, temperaturas médias durante o período de inverno são fatores cruciais.
2. Adaptação às condições de solo;
Fertilidade natural do solo, profundidade do perfil do solo, drenagem do solo, resistência a solos ácidos, relevo do solo, sistemas de produção extensivos e de baixo custo podem comprometer a espécie escolhida no médio prazo (1 a 3 anos).
3. Comportamento frente ao ataque de pragas e doenças;
Áreas rescindentes com ataque de pragas, fazendas desprovidas de equipamentos e equipe para controle de pragas causam degradação no curto prazo.
4. A sua aceitabilidade pela espécie animal;
Conforme a categoria animal ou manejo do pastejo adotado algumas espécies forrageiras não compatibilizam e diminuem o retorno financeiro esperado. Com o tempo se tornam mal faladas pelo próprio Fazendeiro.
5. Como é plantada, se por sementes ou por mudas;
Além do aumento do custo direto de produção para plantio de mudas, existem especies forrageiras que demandam maquinas apropriadas para o plantio e mesmo compactação do plantio.
6. Os objetivos para a sua exploração, se para pastejo, ou para a conservação sob as formas de silagem, pré-secado ou feno;
Espécies que serão colhidas por máquinas demandar porte maior para facilitar sua colheita ou ainda o próprio preparo de solo deve ser diferenciado para uso de colheita com máquinas de grande porte.
7. O método de pastoreio que será adotado, se lotação continua, ou alternada ou rotacionada;
Espécies de forrageiras com crescimento cespitoso divergem muito sua demanda nas divisões de cercas, quando mal dimensionado o sistema perdem produção e degradam com o tempo.
8. O nível tecnológico que o pecuarista vai adotar na exploração da pastagem, se extensivo, se intensivo sem irrigar ou se intensivo irrigado.
Sistemas de pastoreio com baixa aplicação de tecnologia tendem a se perpetuar quando a espécie forrageira escolhida comporta tolerância a baixo uso de insumos.
Uma vez escolhida a espécie para sistema sistemas intensivos de exploração, essa demandará aplicação de insumos anuais a mensais conforme nível tecnológico adotado, caso contrário a pastagem degradará em pouco tempo.
Em tese os Pecuaristas se prendem/apegam muito para características qualitativas e quantitativas das forrageiras, deixando de lado varios fatores cruciais no momento da escolhas do capim. Comportamento semelhante também é observado pelas empresas que comercializam sementes de forrageiras.
Trabalhos de pesquisa realizados por AGUIAR em Uberaba desmistificam essas crenças, vejam os resultados obtidos:
Em tese os Pecuaristas se prendem/apegam muito para características qualitativas e quantitativas das forrageiras, deixando de lado varios fatores cruciais no momento da escolhas do capim. Comportamento semelhante também é observado pelas empresas que comercializam sementes de forrageiras.
Trabalhos de pesquisa realizados por AGUIAR em Uberaba desmistificam essas crenças, vejam os resultados obtidos:

Na Tabela 1, fica claro que tanto a qualidade como para o potencial de produção não houve diferença nas três espécies avaliadas por mais de 2 anos de pesquisa.
Mais recente ainda foram os trabalhos envolvendo espécies de forrageiras do gênero Brachiaria (tabela 2).

Seguindo o mesmo raciocínio, o resultado apresentado acima demostra não existir diferenças de qualidade e de quantidade produzida nos dois períodos avaliados.
Complementando ainda a pesquisa, uma síntese dos trabalhos da EMBRAPA avaliando 6 forrageiras cultivares de Brachiarias e 6 cultivares de Panicum Maximum, elaborados também por AGUIAR.
sábado, julho 07, 2018
Integração Lavoura de Milho com Pecuária.
Cliente ALCANCE Consultoria, com área localizada em Ipameri-GO, inova sistema de pecuária.
O modelo optado foi pela integração Lavoura de Milho grão em áreas de pastagens tradicionais extensivas, os objetivos foram obter alta produção de Milho grão e alta produção de Carne no mesmo ano.
O modelo optado foi pela integração Lavoura de Milho grão em áreas de pastagens tradicionais extensivas, os objetivos foram obter alta produção de Milho grão e alta produção de Carne no mesmo ano.
Milho em colheita com pastagem formada.
Qualidade de grãos atingida conforme planejado.
Produção de 180 sacas de milho/ha em área de sequeiro.
Além de bater as metas esperadas com o Milho, a área foi destinada para pastoreio nos 12 meses subsequentes com a capacidade de suporte de 3,60 UA por hectare média ano (secas e águas).
Pastagem formada no pós colheita.
Os primeiros pastoreios ocorreram cerca de 30 dias após a colheita para a consolidação da pastagem integrada. O modelo de suplementação escolhido foi apenas com sal mineral, devido é claro as condições ótimas da pastagem.
O GMD ponderado do rebanho na média ano foi de 657 g por cabeça, ou 8@/cab/ano.
Considerando a lotação média de 3,60 UA a produtividade em Carne da área foi de 864 kg em peso vivo ou 28,8 @ por hectare em 12 meses pós colheita.
A integração com a lavoura de milho condicionou o solo para altas produções de Carne e trouxe ao Pecuarista disponibilidade de grãos para dentro da Porteira.
domingo, julho 02, 2017
Sequestro de Bezerros
Bezerros: vai desmamar? Vai repor? E agora?
Vai deixa-lo ficar 6 meses perdendo
peso?
Potencialize os lucros com “sequestro”
de bezerros.
Zoo. Gustavo Carneiro do Amaral, sócio-diretor da
ALCANCE
Eng.Agro. Marcos Gleidson Pereira dos Santos, trainee da Equipe ALCANCE
O “sequestro” de bezerros é uma estratégia cada vez mais adotada em
fazendas que vem buscando tecnologias que aumentem o lucro. Visto que, no
Brasil 80% dos bezerros são desmamados na época das secas, essas estratégias podem
ser adotadas com sucesso.
Nesse período o alimento pasto não tem capacidade de proporcionar ganho
de peso satisfatório para essa categoria. Para isso, ao invés de manter os
bezerros desmamados em pastos extensivos, secos e sem qualidade como se faz em
sistemas tradicionais, esses animais devem ter acesso a uma alimentação com
proteico energético em sistemas de pastejo irrigado, áreas de integração
lavoura x pecuária com palhada de braquiária, ou em confinamentos com silagem
de capins tropicais: Mombaça, Tanzânia, MG5, Braquiarão, Sorgo ou Milho. Feito
isso, o retorno ao pasto no período das águas pode ser somente com sal mineral
ou ainda continuar com a suplementação energética para não perder o embalo do
ganho proporcionado por esse modelo na seca.
![]() |
| Fazenda Bocalon em Cristalina GO em sistema de sequestro Major. |
![]() | |
|
Em tempos de crise, sistemas que intensifiquem o ganho de peso e aumentam a lucratividade são importantes para proporcionar maior lucratividade na pecuária. Essa estratégia tem a vantagem de terminar o boi mais rapidamente, pois potencializa o ganho de peso dos bezerros recém-desmamados.
Nesse sentido, é realizado pela Fazenda Barreiro, na região de Unaí, MG, o “sequestro” por confinamento em 100% dos bezerros desmamados e comprados por essa propriedade. Os animais são alimentados com silagem de milho e proteinado com consumo de 4 g/kg de peso vivo. Na tabela abaixo é demonstrado os resultados obtidos por essa propriedade, e resultados obtidos em algumas propriedades acompanhadas pela Alcance Rural em outros sistemas de “sequestro”.
Capitalização com o "sequestro"
de bezerros
|
||||
Confinamento
|
Pivô
|
Pasto ILP*
|
Tradicional
|
|
Peso inicial (kg)
|
180
|
180
|
180
|
180
|
Peso final (kg)
|
288
|
270
|
252
|
144
|
Ganho médio diário (kg)
|
0,6
|
0,5
|
0,4
|
-0,2
|
Período (dias)
|
180
|
180
|
180
|
180
|
Ganho (kg)
|
108
|
90
|
72
|
-36
|
Ganho (@)
|
3,6
|
3,0
|
2,4
|
-1,2
|
Custo volumoso (R$)
|
R$
90,00
|
R$
126,00
|
R$
54,00
|
R$
108,00
|
Custo do proteinado (R$)
|
R$
117,94
|
R$
113,40
|
R$
108,86
|
R$
8,75
|
Custo operacional (R$)
|
R$
54,00
|
R$
9,00
|
R$
9,00
|
R$
9,00
|
Custo total (R$)
|
R$
261,94
|
R$
248,40
|
R$
171,86
|
R$
125,75
|
Custo/ cabeça/ mês
|
R$
43,66
|
R$
41,40
|
R$
28,64
|
R$
20,96
|
Custo/ @ produzida
|
R$
72,76
|
R$
82,80
|
R$
71,61
|
R$
104,79
|
Valor da @ de bezerro
|
R$
180,00
|
R$
180,00
|
R$
180,00
|
R$
180,00
|
Receita líquida/ @
|
R$
107,24
|
R$
97,20
|
R$
108,39
|
R$
75,21
|
Receita líquida/ cabeça
|
R$
386,06
|
R$ 291,60
|
R$
260,14
|
-R$
90,25
|
Lucratividade
|
17%
|
18%
|
25%
|
-132%
|
* Integração lavoura x pecuária
|
||||
Apesar do maior custo com alimentação,
essa estratégia encurta o tempo de recria convencional e gera mais receita ao
pecuarista. Alternativas como essa devem sempre ser usadas, principalmente em
tempos de crise, pois alavancam o retorno do capital investido, aumentam a taxa
de desfrute e maximizam o lucro.
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