terça-feira, agosto 11, 2026

🌽 SILAGEM DE MILHO IRRIGADO: Como Produzir Mais e com Melhor Qualidade!

🌽 Silagem de Milho Irrigado

Neste vídeo você vai aprender tudo sobre silagem de milho irrigado: do plantio à ensilagem, com dicas práticas para maximizar a produção e garantir um volumoso de alta qualidade para o seu rebanho.

✅ O que você vai aprender

  • Por que o milho irrigado produz silagem superior
  • Ponto ideal de corte para maior valor nutritivo
  • Como a irrigação influencia a produção de massa e amido
  • Erros comuns que reduzem a qualidade da silagem
  • Dicas para compactação e vedação do silo
🐄 Uma silagem bem feita é sinônimo de menos custo com ração e mais desempenho animal. Não perca essa aula!

Giro do Boi 🐄 | Calor e Pouca Chuva: Quando Suplementar o Gado? | Zootecnista Orienta

🐄 Quando começar a suplementação do gado na seca?

No período de seca e calor intenso, o pasto perde qualidade e o gado sofre. Mas afinal, quando é o momento certo de começar a suplementação? Neste vídeo, o zootecnista explica tudo que você precisa saber para não perder dinheiro e manter o desempenho do rebanho.

✅ O que você vai aprender

  • Sinais de que o pasto já não está sustentando o gado
  • Quando iniciar a suplementação mineral, proteica e energética
  • Como o calor afeta o consumo e o metabolismo do animal
  • Estratégias práticas para reduzir custos sem perder produção
🌡️ Com temperaturas altas e chuva escassa, esperar demais pode custar caro. Assista até o final e tome a decisão certa para o seu rebanho!

quarta-feira, agosto 05, 2026

Farelo de Algodão e Sorgo Vão Melhor na Dieta da Recria ou da Engorda?

A escolha assertiva dos ingredientes da ração é um passo fundamental para otimizar o ganho de peso e garantir a margem financeira na pecuária intensiva. Durante o quadro "Giro do Boi Responde", o zootecnista e especialista em nutrição de ruminantes Tiago Felipini atendeu às dúvidas enviadas pelo pecuarista Diogo Marques, de Costa Marques, em Rondônia. O criador, que atua nas etapas de recria e terminação, buscou orientações sobre quais categorias respondem melhor ao uso do sorgo moído e do farelo de algodão. ENGORDA: O DESTINO IDEAL PARA SORGO E FARELO DE ALGODÃO Em sua análise técnica, o zootecnista recomendou que a combinação entre o sorgo triturado e o farelo de algodão seja direcionada prioritariamente para os lotes de engorda. Essa estratégia justifica-se pelo estágio de desenvolvimento fisiológico dos bovinos nas fases iniciais. Na recria, o sistema digestivo e a flora ruminal ainda estão em processo de estruturação, demandando ingredientes com índices mais elevados de digestibilidade e aproveitamento de nutrientes no cocho. Já os animais em fase de terminação possuem um rúmen plenamente desenvolvido, com microbiota estabilizada e capacidade fermentativa consolidada, o que permite extrair o máximo valor nutricional de insumos como o sorgo e o farelo de algodão. MATURIDADE RUMINAL: O FATOR DECISIVO A recomendação do especialista se fundamenta na fisiologia digestiva dos ruminantes. Animais jovens, em fase de recria, ainda estão formando as papilas ruminais e colonizando o ambiente ruminal com os microrganismos responsáveis pela fermentação da fibra e do amido. Quando se oferece ingredientes que exigem maior capacidade de processamento ruminal para animais com o trato digestivo ainda imaturo, o aproveitamento dos nutrientes fica abaixo do potencial. O resultado é desperdício de insumo e ganho de peso aquém do esperado. CUSTO-BENEFÍCIO NA NUTRIÇÃO ESTRATÉGICA A orientação técnica reforça um princípio central da nutrição de precisão: o insumo certo na fase certa. Direcionar o farelo de algodão e o sorgo para a engorda não significa que esses ingredientes sejam ruins, pelo contrário. São insumos com excelente relação custo-benefício quando utilizados em animais com plena capacidade de aproveitamento. Na prática, essa estratégia permite ao pecuarista: • Maximizar a conversão alimentar nos lotes de terminação • Evitar desperdício nutricional na recria • Ajustar o custo da dieta conforme a resposta biológica de cada categoria • Proteger a margem financeira com uso racional dos insumos disponíveis CONCLUSÃO O uso estratégico dos ingredientes, respeitando a maturidade fisiológica de cada categoria, é o que diferencia a pecuária eficiente daquela que apenas consome ração sem retorno proporcional. Sorgo e farelo de algodão são aliados poderosos na engorda, onde o rúmen está pronto para extrair cada grama de nutriente disponível.

quarta-feira, fevereiro 25, 2026

É possível fazer o plantio direto do milho em área de capim? Especialista responde

O sistema de Integração Lavoura-Pecuária (ILP) é a estratégia de ouro para quem busca otimizar a área e aumentar a rentabilidade.

Respondendo ao produtor Silas Vasconcelos, de Montes Claros (MG), o zootecnista e especialista em nutrição de ruminantes Tiago Felipini afirma que é perfeitamente possível realizar o plantio direto de milho sobre a pastagem sem perder o capim.

O segredo, segundo o especialista, reside na técnica da “supressão”, onde o herbicida é usado para paralisar o crescimento da forrageira temporariamente, e não para eliminá-la.

Confira:

Preparo da área e manejo prévio

Antes de entrar com as sementes de milho, o ambiente precisa estar preparado para o plantio direto, garantindo a integridade do maquinário e a uniformidade da lavoura.

  • Limpeza e rebaixamento: a área deve estar livre de tocos, pedras e cupinzeiros. O pasto atual precisa estar bem rebaixado, preferencialmente pelo gado, para facilitar a deposição da semente no solo.
  • Obstáculos: qualquer barreira física pode quebrar as linhas da plantadeira, causando falhas no estande do milho e prejudicando o aproveitamento da área.

O Jogo dos herbicidas: suprimir sem matar

Este é o coração da estratégia para não perder o pasto. O objetivo é aplicar uma subdosagem de herbicida para que o capim “durma” enquanto o milho se estabelece.

  • Controle de rebrota: aplica-se uma dose baixa no pré-plantio para paralisar o capim. O milho deve “vencer a corrida”, crescendo rápido para sombrear a gramínea e evitar a competição por luz e nutrientes.
  • O risco da dosagem: se a dose for alta demais, você mata o pasto e terá terra nua após a colheita. Se for baixa demais, o capim vira “mato” e abafa a produção de milho.

A “safrinha de carne” no pós-colheita

Uma das maiores vantagens desse sistema é o aproveitamento total da área após a retirada do grão ou da silagem.

  • Pasto pronto: assim que o milho é colhido, o capim que estava “anestesiado” sob a palhada recebe luz e volta com força total.
  • Rapidez de uso: com umidade residual no solo, em cerca de 30 dias após a colheita, o pasto já costuma estar pronto para o gado. É o benefício direto de ter uma pastagem estabelecida sem o custo de uma nova reforma.

Dica extra para o norte de Minas

Em regiões como Montes Claros, o clima exige cautela. Se o pasto atual estiver degradado, Tiago Felipini sugere plantar o capim juntamente com o milho (no adubo ou na cobertura). Isso renova o vigor da pastagem com o custo operacional pago pela lavoura.

Fornecer DDG puro ao gado traz algum risco?

O DDG (Distillers Dried Grains ou Grãos Secos de Destilaria), subproduto do milho oriundo das usinas de etanol, consolidou-se em 2026 como o "queridinho" da nutrição animal no Brasil.

Respondendo ao produtor Getúlio Viana, de Poxoréu (MT), o zootecnista e especialista em nutrição de ruminantes, Tiago Felipini, alerta que, embora seja um insumo de alto desempenho, o seu uso exige rigor técnico. Fornecer o produto de forma isolada pode transformar a economia em um prejuízo fatal.


POR QUE NÃO FORNECER DDG PURO?

Embora seja rico em proteína e energia, o DDG possui características químicas que impedem seu uso como dieta única.

Durante o processamento industrial do etanol, o enxofre acaba se concentrando no grão. O consumo excessivo de enxofre pode causar a Polioencefalomalácia (PEM), uma doença neurológica gravíssima que afeta o cérebro do animal, levando à morte rápida.

O produto é naturalmente rico em fósforo e pobre em cálcio. O fornecimento puro causa um desequilíbrio na relação Cálcio:Fósforo, resultando em problemas ósseos e cálculos urinários, especialmente em machos.

A SUBSTITUIÇÃO ESTRATÉGICA

O DDG não deve ser a base total, mas sim um substituto inteligente para outros componentes da ração:

- Substituto da soja: ele substitui com excelência o farelo de soja como fonte de proteína, geralmente com um custo por ponto de proteína muito mais atrativo no Centro-Oeste.

- Substituto do milho: graças ao seu teor de óleo e fibra digestível, ele pode substituir parte do milho moído. Como o amido já foi fermentado na usina, o DDG ajuda a prevenir a acidose ruminal, mantendo o pH do estômago do boi mais estável.

VANTAGENS DO USO CORRETO

Quando formulado por um nutricionista para compor uma dieta equilibrada, o DDG entrega benefícios claros:

- Redução do custo da arroba: em regiões como o Mato Grosso, a arroba produzida com este coproduto é significativamente mais barata.

- Palatabilidade: o gado possui ótima aceitação ao produto, o que favorece o consumo no cocho.

- Segurança ruminal: a fibra do DDG é altamente digestível, o que permite formular dietas de alta energia com menor risco metabólico para o rebanho.

O DDG é uma ferramenta extraordinária para aumentar sua margem de lucro, mas exige precisão. A dica de ouro de Tiago Felipini é: sempre que o insumo representar mais de 20% da matéria seca da dieta, monitore os níveis totais de enxofre (incluindo o da água de bebida) para evitar intoxicações.

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FONTE: Giro do Boi - Canal Rural
URL: https://girodoboi.canalrural.com.br/pecuaria/gestao-na-propriedade/fornecer-ddg-puro-ao-gado-traz-algum-risco/

TAGS: confinamento, custo da arroba, DDG, enxofre, mato grosso, nutrição de ruminantes, subprodutos do milho, tiago felipini

quarta-feira, fevereiro 18, 2026

É possível fazer o plantio direto do milho em área de capim? Especialista responde

O sistema de Integração Lavoura-Pecuária (ILP) é a estratégia de ouro para quem busca otimizar a área e aumentar a rentabilidade. Respondendo ao produtor Silas Vasconcelos, de Montes Claros (MG), o zootecnista e especialista em nutrição de ruminantes Tiago Felipini afirma que é perfeitamente possível realizar o plantio direto de milho sobre a pastagem sem perder o capim.
O segredo, segundo o especialista, reside na técnica da “supressão”, onde o herbicida é usado para paralisar o crescimento da forrageira temporariamente, e não para eliminá-la. Confira:

Preparo da área e manejo prévio

Antes de entrar com as sementes de milho, o ambiente precisa estar preparado para o plantio direto, garantindo a integridade do maquinário e a uniformidade da lavoura.
  • Limpeza e rebaixamento: a área deve estar livre de tocos, pedras e cupinzeiros. O pasto atual precisa estar bem rebaixado, preferencialmente pelo gado, para facilitar a deposição da semente no solo.
  • Obstáculos: qualquer barreira física pode quebrar as linhas da plantadeira, causando falhas no estande do milho e prejudicando o aproveitamento da área.

O Jogo dos herbicidas: suprimir sem matar

Este é o coração da estratégia para não perder o pasto. O objetivo é aplicar uma subdosagem de herbicida para que o capim “durma” enquanto o milho se estabelece.
  • Controle de rebrota: aplica-se uma dose baixa no pré-plantio para paralisar o capim. O milho deve “vencer a corrida”, crescendo rápido para sombrear a gramínea e evitar a competição por luz e nutrientes.
  • O risco da dosagem: se a dose for alta demais, você mata o pasto e terá terra nua após a colheita. Se for baixa demais, o capim vira “mato” e abafa a produção de milho.

A “safrinha de carne” no pós-colheita

Uma das maiores vantagens desse sistema é o aproveitamento total da área após a retirada do grão ou da silagem.
  • Pasto pronto: assim que o milho é colhido, o capim que estava “anestesiado” sob a palhada recebe luz e volta com força total.
  • Rapidez de uso: com umidade residual no solo, em cerca de 30 dias após a colheita, o pasto já costuma estar pronto para o gado. É o benefício direto de ter uma pastagem estabelecida sem o custo de uma nova reforma.

Dica extra para o norte de Minas

Em regiões como Montes Claros, o clima exige cautela. Se o pasto atual estiver degradado, Tiago Felipini sugere plantar o capim juntamente com o milho (no adubo ou na cobertura). Isso renova o vigor da pastagem com o custo operacional pago pela lavoura.

terça-feira, novembro 18, 2025

Fazenda Santa Rosa | Consultoria Alcance Rural — Vacas no pasto e manejo profissional

Acompanhe de perto o trabalho realizado na Fazenda StaRosa com apoio da consultoria Alcance Rural, mostrando manejo de vacas, qualidade de pastagens e boas práticas que aumentam produtividade e eficiência no campo.

📌 O que você vai ver neste vídeo:

Vacas da Fazenda Santa Rosa em manejo de qualidade

Pastagens bem manejadas

Acompanhamento técnico

Consultoria focada em resultados

Como melhorar a produtividade na pecuária

🌱 A Alcance Rural atua com consultoria especializada para propriedades rurais de todo o Brasil, oferecendo orientação em manejo, nutrição, pasto, estratégias de produção e resultados reais no campo.

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