Neste vídeo você vai aprender tudo sobre silagem de milho irrigado: do plantio à ensilagem,
com dicas práticas para maximizar a produção e garantir um volumoso de alta qualidade para o seu rebanho.
✅ O que você vai aprender
Por que o milho irrigado produz silagem superior
Ponto ideal de corte para maior valor nutritivo
Como a irrigação influencia a produção de massa e amido
Erros comuns que reduzem a qualidade da silagem
Dicas para compactação e vedação do silo
🐄 Uma silagem bem feita é sinônimo de menos custo com ração e mais desempenho animal. Não perca essa aula!
No período de seca e calor intenso, o pasto perde qualidade e o gado sofre.
Mas afinal, quando é o momento certo de começar a suplementação? Neste vídeo,
o zootecnista explica tudo que você precisa saber para não perder dinheiro e
manter o desempenho do rebanho.
✅ O que você vai aprender
Sinais de que o pasto já não está sustentando o gado
Quando iniciar a suplementação mineral, proteica e energética
Como o calor afeta o consumo e o metabolismo do animal
Estratégias práticas para reduzir custos sem perder produção
🌡️ Com temperaturas altas e chuva escassa, esperar demais pode custar caro.
Assista até o final e tome a decisão certa para o seu rebanho!
A escolha assertiva dos ingredientes da ração é um passo fundamental para otimizar o ganho de peso e garantir a margem financeira na pecuária intensiva. Durante o quadro "Giro do Boi Responde", o zootecnista e especialista em nutrição de ruminantes Tiago Felipini atendeu às dúvidas enviadas pelo pecuarista Diogo Marques, de Costa Marques, em Rondônia.
O criador, que atua nas etapas de recria e terminação, buscou orientações sobre quais categorias respondem melhor ao uso do sorgo moído e do farelo de algodão.
ENGORDA: O DESTINO IDEAL PARA SORGO E FARELO DE ALGODÃO
Em sua análise técnica, o zootecnista recomendou que a combinação entre o sorgo triturado e o farelo de algodão seja direcionada prioritariamente para os lotes de engorda. Essa estratégia justifica-se pelo estágio de desenvolvimento fisiológico dos bovinos nas fases iniciais.
Na recria, o sistema digestivo e a flora ruminal ainda estão em processo de estruturação, demandando ingredientes com índices mais elevados de digestibilidade e aproveitamento de nutrientes no cocho. Já os animais em fase de terminação possuem um rúmen plenamente desenvolvido, com microbiota estabilizada e capacidade fermentativa consolidada, o que permite extrair o máximo valor nutricional de insumos como o sorgo e o farelo de algodão.
MATURIDADE RUMINAL: O FATOR DECISIVO
A recomendação do especialista se fundamenta na fisiologia digestiva dos ruminantes. Animais jovens, em fase de recria, ainda estão formando as papilas ruminais e colonizando o ambiente ruminal com os microrganismos responsáveis pela fermentação da fibra e do amido.
Quando se oferece ingredientes que exigem maior capacidade de processamento ruminal para animais com o trato digestivo ainda imaturo, o aproveitamento dos nutrientes fica abaixo do potencial. O resultado é desperdício de insumo e ganho de peso aquém do esperado.
CUSTO-BENEFÍCIO NA NUTRIÇÃO ESTRATÉGICA
A orientação técnica reforça um princípio central da nutrição de precisão: o insumo certo na fase certa. Direcionar o farelo de algodão e o sorgo para a engorda não significa que esses ingredientes sejam ruins, pelo contrário. São insumos com excelente relação custo-benefício quando utilizados em animais com plena capacidade de aproveitamento.
Na prática, essa estratégia permite ao pecuarista:
• Maximizar a conversão alimentar nos lotes de terminação
• Evitar desperdício nutricional na recria
• Ajustar o custo da dieta conforme a resposta biológica de cada categoria
• Proteger a margem financeira com uso racional dos insumos disponíveis
CONCLUSÃO
O uso estratégico dos ingredientes, respeitando a maturidade fisiológica de cada categoria, é o que diferencia a pecuária eficiente daquela que apenas consome ração sem retorno proporcional. Sorgo e farelo de algodão são aliados poderosos na engorda, onde o rúmen está pronto para extrair cada grama de nutriente disponível.
Respondendo ao produtor Silas Vasconcelos, de Montes Claros (MG), o zootecnista e especialista em nutrição de ruminantes Tiago Felipini afirma que é perfeitamente possível realizar o plantio direto de milho sobre a pastagem sem perder o capim.
O segredo, segundo o especialista, reside na técnica da “supressão”, onde o herbicida é usado para paralisar o crescimento da forrageira temporariamente, e não para eliminá-la.
Confira:
Preparo da área e manejo prévio
Antes de entrar com as sementes de milho, o ambiente precisa estar preparado para o plantio direto, garantindo a integridade do maquinário e a uniformidade da lavoura.
Limpeza e rebaixamento: a área deve estar livre de tocos, pedras e cupinzeiros. O pasto atual precisa estar bem rebaixado, preferencialmente pelo gado, para facilitar a deposição da semente no solo.
Obstáculos: qualquer barreira física pode quebrar as linhas da plantadeira, causando falhas no estande do milho e prejudicando o aproveitamento da área.
O Jogo dos herbicidas: suprimir sem matar
Este é o coração da estratégia para não perder o pasto. O objetivo é aplicar uma subdosagem de herbicida para que o capim “durma” enquanto o milho se estabelece.
Controle de rebrota: aplica-se uma dose baixa no pré-plantio para paralisar o capim. O milho deve “vencer a corrida”, crescendo rápido para sombrear a gramínea e evitar a competição por luz e nutrientes.
O risco da dosagem: se a dose for alta demais, você mata o pasto e terá terra nua após a colheita. Se for baixa demais, o capim vira “mato” e abafa a produção de milho.
A “safrinha de carne” no pós-colheita
Uma das maiores vantagens desse sistema é o aproveitamento total da área após a retirada do grão ou da silagem.
Pasto pronto: assim que o milho é colhido, o capim que estava “anestesiado” sob a palhada recebe luz e volta com força total.
Rapidez de uso: com umidade residual no solo, em cerca de 30 dias após a colheita, o pasto já costuma estar pronto para o gado. É o benefício direto de ter uma pastagem estabelecida sem o custo de uma nova reforma.
Dica extra para o norte de Minas
Em regiões como Montes Claros, o clima exige cautela. Se o pasto atual estiver degradado, Tiago Felipini sugere plantar o capim juntamente com o milho (no adubo ou na cobertura). Isso renova o vigor da pastagem com o custo operacional pago pela lavoura.
O DDG (Distillers Dried Grains ou Grãos Secos de Destilaria), subproduto do milho oriundo das usinas de etanol, consolidou-se em 2026 como o "queridinho" da nutrição animal no Brasil.
Respondendo ao produtor Getúlio Viana, de Poxoréu (MT), o zootecnista e especialista em nutrição de ruminantes, Tiago Felipini, alerta que, embora seja um insumo de alto desempenho, o seu uso exige rigor técnico. Fornecer o produto de forma isolada pode transformar a economia em um prejuízo fatal.
POR QUE NÃO FORNECER DDG PURO?
Embora seja rico em proteína e energia, o DDG possui características químicas que impedem seu uso como dieta única.
Durante o processamento industrial do etanol, o enxofre acaba se concentrando no grão. O consumo excessivo de enxofre pode causar a Polioencefalomalácia (PEM), uma doença neurológica gravíssima que afeta o cérebro do animal, levando à morte rápida.
O produto é naturalmente rico em fósforo e pobre em cálcio. O fornecimento puro causa um desequilíbrio na relação Cálcio:Fósforo, resultando em problemas ósseos e cálculos urinários, especialmente em machos.
A SUBSTITUIÇÃO ESTRATÉGICA
O DDG não deve ser a base total, mas sim um substituto inteligente para outros componentes da ração:
- Substituto da soja: ele substitui com excelência o farelo de soja como fonte de proteína, geralmente com um custo por ponto de proteína muito mais atrativo no Centro-Oeste.
- Substituto do milho: graças ao seu teor de óleo e fibra digestível, ele pode substituir parte do milho moído. Como o amido já foi fermentado na usina, o DDG ajuda a prevenir a acidose ruminal, mantendo o pH do estômago do boi mais estável.
VANTAGENS DO USO CORRETO
Quando formulado por um nutricionista para compor uma dieta equilibrada, o DDG entrega benefícios claros:
- Redução do custo da arroba: em regiões como o Mato Grosso, a arroba produzida com este coproduto é significativamente mais barata.
- Palatabilidade: o gado possui ótima aceitação ao produto, o que favorece o consumo no cocho.
- Segurança ruminal: a fibra do DDG é altamente digestível, o que permite formular dietas de alta energia com menor risco metabólico para o rebanho.
O DDG é uma ferramenta extraordinária para aumentar sua margem de lucro, mas exige precisão. A dica de ouro de Tiago Felipini é: sempre que o insumo representar mais de 20% da matéria seca da dieta, monitore os níveis totais de enxofre (incluindo o da água de bebida) para evitar intoxicações.
O sistema de Integração Lavoura-Pecuária (ILP) é a estratégia de ouro para quem busca otimizar a área e aumentar a rentabilidade.
Respondendo ao produtor Silas Vasconcelos, de Montes Claros (MG), o zootecnista e especialista em nutrição de ruminantes Tiago Felipini afirma que é perfeitamente possível realizar o plantio direto de milho sobre a pastagem sem perder o capim.
O segredo, segundo o especialista, reside na técnica da “supressão”, onde o herbicida é usado para paralisar o crescimento da forrageira temporariamente, e não para eliminá-la.
Confira:
Preparo da área e manejo prévio
Antes de entrar com as sementes de milho, o ambiente precisa estar preparado para o plantio direto, garantindo a integridade do maquinário e a uniformidade da lavoura.
Limpeza e rebaixamento: a área deve estar livre de tocos, pedras e cupinzeiros. O pasto atual precisa estar bem rebaixado, preferencialmente pelo gado, para facilitar a deposição da semente no solo.
Obstáculos: qualquer barreira física pode quebrar as linhas da plantadeira, causando falhas no estande do milho e prejudicando o aproveitamento da área.
O Jogo dos herbicidas: suprimir sem matar
Este é o coração da estratégia para não perder o pasto. O objetivo é aplicar uma subdosagem de herbicida para que o capim “durma” enquanto o milho se estabelece.
Controle de rebrota: aplica-se uma dose baixa no pré-plantio para paralisar o capim. O milho deve “vencer a corrida”, crescendo rápido para sombrear a gramínea e evitar a competição por luz e nutrientes.
O risco da dosagem: se a dose for alta demais, você mata o pasto e terá terra nua após a colheita. Se for baixa demais, o capim vira “mato” e abafa a produção de milho.
A “safrinha de carne” no pós-colheita
Uma das maiores vantagens desse sistema é o aproveitamento total da área após a retirada do grão ou da silagem.
Pasto pronto: assim que o milho é colhido, o capim que estava “anestesiado” sob a palhada recebe luz e volta com força total.
Rapidez de uso: com umidade residual no solo, em cerca de 30 dias após a colheita, o pasto já costuma estar pronto para o gado. É o benefício direto de ter uma pastagem estabelecida sem o custo de uma nova reforma.
Dica extra para o norte de Minas
Em regiões como Montes Claros, o clima exige cautela. Se o pasto atual estiver degradado, Tiago Felipini sugere plantar o capim juntamente com o milho (no adubo ou na cobertura). Isso renova o vigor da pastagem com o custo operacional pago pela lavoura.
Acompanhe de perto o trabalho realizado na Fazenda StaRosa com apoio da consultoria Alcance Rural, mostrando manejo de vacas, qualidade de pastagens e boas práticas que aumentam produtividade e eficiência no campo.
📌 O que você vai ver neste vídeo:
Vacas da Fazenda Santa Rosa em manejo de qualidade
Pastagens bem manejadas
Acompanhamento técnico
Consultoria focada em resultados
Como melhorar a produtividade na pecuária
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